
Um dos principais cuidados que precisamos ter quando falamos sobre escolas conectadas é entender que não é a simples inclusão da ou o simples uso de tecnologia digital que necessariamente promove mudanças significativas na aprendizagem dos estudantes. Muito pelo contrário. É preciso que esse uso tenha intencionalidade pedagógica clara, assim como que haja profissionais de educação preparadas(os) suficientemente para utilizar essa tecnologia em todo o seu potencial.
De acordo com o Centro de Inovação para Educação Brasileira (CIEB), uma escola conectada é aquela que:
“(…) possui visão estratégica e planejada para o uso da tecnologia na educação, expressa em seu currículo e nas práticas pedagógicas, com gestores(as) e docentes com competências digitais desenvolvidas, com recursos educacionais digitais selecionados e alinhados ao currículo, e com a equipamentos e conectividade adequada”.
Para ajudar as secretarias de educação, as(os) gestoras(es) escolares e as(os) professoras(es) a planejar estratégias de ensino híbrido ou pensar suas ações em sala de aula que sejam mediadas por tecnologias digitais de forma efetiva, o CIEB criou o material Práticas Pedagógicas Inovadoras.
Nele, estão explicadas cinco maneiras de utilizar as tecnologias digitais nos processos de ensino aprendizagem:
✔️ Aula enriquecida com tecnologia
✔️ Sala de aula invertida
✔️ Rotação por estações
✔️ Uso de plataformas digitais
✔️Maker com uso de tecnologia.
